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4 de outubro de 2014

E Se...(parte 6)

Após bastante tempo, continuando a série de dinossauros fictícios "E Se...", hoje trago a evolução dos Triceratopos, o RHYNOCERATOPS.

Nome: Rhynoceratops grandis 
Significado: Rosto com Chifre Nasal
Época: 65-55 MAA
Tipo: Ceratopssaurídeo
Tamanho: 10 m de comprimento, 4.5 metros de altura
Peso: 10 toneladas
Alimentação: herbívora.

Características e Histórico:
Este Ceratopssaurídeo possui apenas dois chifres, o mais longo
com pouco mais 1.5 m de comprimento por cerca de 80-85 cm de diâmetro. 

Um deles está sobre o focinho, e o outro, bem no meio da cabeça, e da testa, 
sendo menor.

Com o passar dos milhares de anos, os Tricerátops, mesmo sendo
poderosos e resistente, vez ou outra acabavam virando refeição dos
carnívoros grandes e temidos do final do Cretáceo.

Desta maneira evoluíram de forma que o chifre nasal acabou crescendo tanto,
ficando mais comprido, que os dois córneos na cabeça, acima dos olhos,
tornaram-se sua segunda arma, pois quando era atacado, ele poderia se defender,
ao mesmo tempo que manteria uma distância segura do predador, causando-lhe
sérios danos na região abdominal. 

Apesar de ter crescido, o Rhynoceratops, mesmo sendo mais comprido, tinha
peso parecido com o do Tricerátops, o que o deixava ainda mais rápido nas
investidas e tornava sua fuga certamente mais eficaz. Além disso tudo,
ele ainda havia ficado mais alto com a evolução do passar de milhões de anos,
o que tornaria mais difícil um predador menor saltar em suas costas, além de 
dificultar também a vida dos maiores predadores.

Porém, apesar dos chifres, quando filhotes, eles nascem com um verdadeiro "colar de
espetos", feitos de queratina (tal qual o bico de algumas aves), 
com cerca de 50 ossos pontiagudos, que serviam para proteger tal animal quando
filhote, de seus predadores naturais, como o Atroxsaurus ou os bandos
de Dragoptors. 

4 de dezembro de 2012

E Se...(Parte 5)

Continuando com os posts da série sobre dinossauros fictícios, hoje trago até vocês o
ARMODON.
Armodon: A evolução do poderoso Ankylosaurus.
Armodon Armoris

Nome: Armodon armoris
Significado: Escudo Anti-Dente (referente aos seus rivais carnívoros).
Época: 64-56 MAA
Tipo: Anquilossaurídeo
Tamanho: 12 m de comprimento, 5 m de altura
Peso: 16 toneladas
Alimentação: Herbívoro.

Características e histórico:
Descendente dos poderosos Ankylosaurus, os Armodons pouco mudaram,
com a exceção de que, agora, eles podem simplesmente esconder seus
membros e cabeça para dentro de sua carapaça, que agora é mais espessa
e bem mais alta do que em seus antecessores, tal qual as tartarugas fazem.

Também possui uma carapaça porosa e irregular, tal qual uma rocha ou pedra,
sendo sua aparência bem semelhante as mesmas. Este animal passa dias sem
beber água, pois, quando bebe, armazena mais de 80 litros em sua enorme
carapaça óssea, assim, ele vive bem, mesmo em regiões desérticas, apresentando
claros sinais de evolução e adaptação.

Além disso, ele agora pode optar por se esconder em meio as rochas,
ficando exatamente como uma, e no formato das mesmas, o que faz com que
seja imperceptível aos olhos dos maiores e mais perigosos predadores.

Sua cauda em forma de clava agora simplesmente conta com cinco ponta ósseas
e salientes, que podem destruir a carne e músculos de grandes e poderosos
carnívoros, tais como os Tiranossaurídeos ou mesmo os Alossaurídeos.

Com isso, ele dificulta qualquer grande carnívoro de predá-lo, se tornando uma
forma de vida muito vem sucedida pós-Cretáceo.

Bom, por enquanto é só. Em breve, mais postagens desta e de outras seções. Valeu.

14 de novembro de 2012

E Se...(Parte 4)

Continuando os Posts da série "E Se..."

O Atroxsaurus, uma possível evolução do Tarbosaurus.
Atroxsaurus ferox

Nome: Atroxsaurus ferox
Significado: Réptil Feroz e Atroz.
Época: 65-57 MAA
Tipo: Tiranossaurídeo
Tamanho: 14 metros de comprimento e 5 m de altura.
Peso: 4 toneladas
Alimentação: Carnívora.

Características e histórico:
Derivado do Tarbosaurus da Ásia, este animal evoluiu e,
adquiriu penas pelo corpo todo. Seus ossos se tornaram
bem leves, o que o fez se tornar mais rápido e ágil.

Seus braços ficaram menos musculosos, mas, em contrapartida
cresceram e suas duas garras, se tornaram em apenas uma única
e enorme garra, que servia para "espetar" os menores e pequenos
animais, como roedores e pequenos pássaros.

Seus dentes acabaram diminuindo um pouco, já que já não
existiam tantos animais grandes e encouraçados que precisassem
caçar, e na ponta do focinho, adquiriram um largo e espesso bico em
arco, com uma ponta extremamente reta e afiada, que servia para abrir
um enorme buraco, que destruiria suas vítimas, depois as engolia em
grandes pedaços.

Apesar de ser um pouco mais comprido que o Tarbosaurus, seu
antecessor, este animal era mais leve.

Seu nível de inteligência é bastante aguçado e avançado, considerando
seu tamanho, sendo mais avançado até do que as aves atuais como
as águias, falcões e gaviões.

Por enquanto é só...em breve volto com mais posts da série "E Se...".

Até lá!!!

1 de novembro de 2012

E Se...(Parte 3)

Continuando com a série de Posts sobre dinossauros fictícios da série "E Se...", com a terceira parte, trazendo o Dragoraptor, uma possível evolução do Velociraptor, agora mais rápidos, letais e...alados.
Vamos ao tal:

Na imagem em questão, o Dragoraptor 'pesca' um peixe com suas garras super afiadas.
Dragoraptor bravus
Nome: Dragoraptor bravus
Significado: Bravo Ladrão Alado
Época: 59-54 MAA
Tipo: Dromeossaurídeo/Ave
Tamanho: 1.7 m de comprimento, 1.2 m de altura
Peso: Ao redor de 13 kg.
Alimentação: Carnívora

Características e histórico:
Os Velociraptores, após terem adquirido penas e começado a alçar voo, podiam formar bandos e verdadeiras "artilharias aéreas", optando sempre por escolher as melhores e mais fáceis presas, sem precisarem se arriscar muito.

Além disso, agora, além de suas enormes garras circulares, eles possuem nos pés as outras garras igualmente desenvolvidas, o que auxilia muito na caça e até na pesca.

Apesar de seus corpos de menos de 15kg, eles conseguiam atingir as presas com uma velocidade ainda maior do que os seus antepassados correndo, e voavam numa investida de cerca de 120km/h, matando suas vítimas quase que instantaneamente, mesmo as maiores.  

Tornaram-se animais quase que arborícolas, onde os bandos ficam todos escondidos na copa das árvores, ou então, em picos e alto de montanhas, mas sempre em regiões perto de lagos e rios, com abundância de vida e, portanto, oferta de alimento e verdadeiros banquetes à céu aberto. 

Tais animais acabaram por extinguir os grande Pterossauros, pois roubavam-lhe  as presas, as carcaças, devoraram seus ninhos, e ainda, os atacavam durante os voos e caçadas. 

Provavelmente seriam ainda mais letais e mais perigosos do que os Velociraptores. 

Assim, encerro a terceira parte da série "E Se..." sobre Dinossauros Fictícios. 

Em breve, voltarei com a quarta e quinta partes.